sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Redes Sociais


Muitos já conhecem e usam, outros já devem ter ouvido falar. As redes sociais. É um fenomeno crescente, ao qual, quem anda pela net não fica indiferente.
A nossa aldeia não se fica atrás. A página de cebola aderiu ao twitter há uns meses e na semana passada ao facebook, a rede que qgora está com mais expressão a nivel mundial. Em poucos dias, já tinha mais de 20 fãs.
Além da página de cebola, também o ppl de cebola marca presença nas redes sociais.
Ficam aqui os links para quem estiver interessado em consultar e/ou seguir

cebola.net no Facebook
cebola.net no twitter
ppl de cebola no Facebook
ppl de cebola no twitter

A geografia já não nos limita, apesar das curvas todas, somos uma aldeia global

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dentinho dentão...

Dentinho dentão toma este podre e dá-me um são, esta era uma lenga lenga que quando era miúdo dizia enquanto atirava pelas costas, o dente acabado de cair, ou forçado com os ultimos abanões. Hoje em dia não sei se essa tradição se mantém na nossa aldeia. Cá em casa, fruto dos livros de histórias ou dos desenhos animados, anda uma fada, a "Fada dos dentinhos" a espreitar debaixo das almofadas, e a trocar os dentes de leite por presentes.
Onde terá nascido esta tradição? Se calhar pela Mattel, pela Disney ou por outra multi-nacional qualquer com interesse em nos levar aos hipermercados ao corredor dos brinquedos.
Esta e outras tradições vão desaparecendo, dando lugar a novas, deixando-nos cada vez mais americanisados.

domingo, 8 de março de 2009

Broa de cebola


O xico fotografou o prof Carlos escreveu. Vejam o artigo completo na pagina cebola.net

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

No Canadá também se fazem morcelas

Ficam aqui duas fotos enviadas pelo nosso conterrâneo Dantas, de Wlliams Lake no Canadá

A Dina

O resultado (Será para as couves com feijões?)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Matança do porco

Apesar de não se ter passado em S. Jorge, é semelhante às nossas matanças. Será que alguém ainda cria o porco?

Esta nem começou muito cedo. Cerca das 10 da manha, lá se iniciou o ritual. O mestre pega numa corda com um laço feito e começa... "Russo, é russo, toma.....". Como de costume o porco cai no velho truque e tenta comer a corda de sisal. Quando o porco morde o laço, este é preso pelo focinho.
Para alguns está é a pior parte, os "gritos" do porco. Há quem diga que eles pressentem o que lhes espera.

Depois de amarrado pelo focinho é obrigado a sair para rua. Cada um ja sabe a sua função. Desta vez tocou-me as patas traseiras.
Depois de posicionado, o porco é "espetado" e com a mestria de quem sabe, sangra-se o animal até ao ultimo suspiro.
Começa-se a chamuscar o porco, antigamente com carqueijas, hoje usa-se um maçarico de propano.
Vai uma banhoca?
Nesta fase, ja todo chamuscado, é cuidadosamente lavado. Antigamente rapava-se com um instrumento triangular, cujo nome não me recordo, foi mesmo com palha de aço.

Será Fairy?

Digam la que não ficou lavadinho?

O Sangue aproveitado quando se mata o animal, é cozido. Há quem diga que é bom. Esta parte passo à frente.
Como manda a tradição, o próprio animal serve de mesa para o repasto.

Chegou a altura de abrir o porco e retirar as tripas, coração, rins etc.
Está pronto a ir para a adega, e depois de algumas horas nesta posição a escorrer algum resto de sangue, desmancha-se. Não vai para a salgadeira, mas vai para a arca congeladora.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Viagem até cebola

Já no inicio do mês a neve me tinha pregado uma partida, a impossibilidade de ir a S. Jorge ver a minha família. Nunca pensei que agora, na altura do Natal, o S. Pedro voltasse a fazer das dele.
Fica aqui o meu percurso habitual, quando vou a S. Jorge desde a terra da minha minha esposa.


Sábado 27 de Dezembro. As notícias anunciavam neve acima dos 600 metros, mas chegado a Côja, o carro indicava 8 graus, achei que o pessoal da meteorologia devia estar enganado. Eram cerca das 9.30 da manha. Lá iniciei a subida para a serra do açor. Passados 20 min e uns tantos metros acima, la dei razão à malta do tempo.
Ou continuava, com o risco de ficar uns metros à frente, ou me rendia ao tempo que se fazia sentir e regressava. O mais sensato foi regressar.
A vontade de ir a S. Jorge era muita, daí que me lembrei de um bom amigo, e a caminho de Côja la liguei e ele disponibilizou uma viatura 4x4.

De novo, mais uma subida à serra do açor. desta vez para chegar a cebola.
Perto da Castanheira

Já a subir da Camba para o cruzamento com a Covanca
Finalmente o cruzamento

Já pensava que estava perdido
Meãs aqui vou eu, a partir daqui nem que chame o tractor da junta




Pelo menos à portela já cheguei. Mesmo com nevoeiro, já vejo cebola
E agora? vou pelo "Iteiro" ou pela Eira?
pelo "Iteiro" fico mais perto do Rodeio

Má escolha, por aqui escorrega muito. Marcha atrás e vou pela Eira



Será que ao Peixoto para baixo não vou limar nenhuma aresta à carrinha?

Parece que não. la fui rumo aos Torgais e ao cemitério velho, quase 3 horas depois de ter saído de Meda de Mouros, para finalmente chagar a casa da Ti Maria Benta e comer umas couves com feijões preparadas pela minha tia Helena.


O regresso, ainda me pendurei atrás de uma carrinha na subida das fontes, para ajudar o automobilista à minha frente, que a neve teimava em não o deixar sair do mesmo lugar.