
Fonte da Abeceira

Fonte Cimeira

Fontita ou Fonte do Álamo
Fotografias gentilmente cedidas pelo Francisco José Dias Pereira.
Bem Hajas Primo.
Saímos de madrugada de São Jorge. Almoçamos no Picoto e descemos a Serra de Cebola pelo lado da Pampilhosa.
Trata-se da Dança das Trancas, velha usança, onde só figuram homens, de calções e casacos amarelos e cintados de azul, com floridas capelas na cabeça e tranca de metro e meio nas mãos e um músico com seu tambor a marcar a cadência da coreografia.
Trata-se certamente de dança guerreira anterior à vinda dos romanos para a Penínsulla Ibérica, talvez do tempo de Viriato que tão bem conheceu os Montes Hermínios. Entre as suas várias marcações notam-se: os sarapatéis, as mudanças de mão, o arremesso das trancas às costas dos companheiros, a escavação da terra, as passagens pela frente ou pelas costas dos dançarinos, etc., etc.."
(...)
In:"O TRAJO POPULAR NA BEIRA BAIXA", Salles Viana, Edição da Junta Distrital de Castelo Branco, 1967
Ainda sobre a dança das trancas, ela é também referida em no sítio abaixo indicado

in: O TRAJO POPULAR NA BEIRA BAIXA, Salles Viana, Edição da Junta Distrital de Castelo Branco, 1967
A Sociedade Filarmónica Saojorgense foi fundada em 1942.
(...)
"Guardava um rebanho
De grande tamanho
Para a sua idade
Não teve brinquedos
Não tinha segredos
Simples sem vaidade"
(...)
http://www.albertina.cebola.net/home.html
"Discutem duas belezas
querem as duas ganhar.
As duas são portuguesas
mas não sabem conversar."
(...)
http://pages.videotron.com/adelaid/index2.htm
B O A L E I T U R A!
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !



Este Moinho é de S. Jorge.A fotografia foi enviada por: Reporter Fotográfico X,
O primeiro contributo:
No dia 5 de Agosto fez o nosso Centro de Dia 13 anos. Parabéns e Parabéns também aos (às) obreiros(as) de tão importante obra.
ENTREVISTA, realizada em 1997, por Paulo Coelho, e a integrar na folha informativa do CNE
Na recolha feita por Albano Mendes Matos:"Contos Populares Tradicionais na Gardunha" e inserta na Revista: Estudos de Castelo Branco, fui encontrar , páginaa 37, um conto que muitas vezes ouvi contar à minha avó Laura; não resisti à tentação de o transcrever aqui.
Sobre a Guerra no Líbano
Artigo completo em : http://resistir.info
Isto está a ser cuidadosamente mascarado pelos media 'de referência' quando apresentam tais massacres como se fossem uma luta entre iguais. Não são. Trata-se de dizimar populações civis indefesas, homens, mulheres e crianças, e destruir infra-estruturas civis como centrais eléctricas, pontes e edifícios governamentais. O estado racista judeu usa ainda a arma da fome contra o milhão e meio de palestinos que vivem na Faixa de Gaza, agora às escuras, sem electricidade, sem água e isolados do mundo. A entidade sionista esmera-se em ultrapassar em barbárie todos os seus feitos anteriores. Revela-se agora a utilização de novas armas não convencionais na Faixa de Gaza. O Dr. Al Saqqa, do hospital central, revelou que "estas munições penetram no corpo e fragmentam, provocando combustão interna que conduz a queimaduras de quarto grau, expondo o osso e afectando o tecido e a pele". E acrescentou: "Estes tecidos morrem, não sobrevivem, o que obriga a executar amputações de braços ou pernas, e há fragmentos que penetram o corpo e não aparecem no raio X. Ao entrar no corpo eles chispam como uma combustão de arma de fogo, mas não quimicamente. Eles parecem radioactivos"